Christopher Walken apresenta sua atuação mais assustadora no thriller dos anos 90, The Comfort of Strangers
Polygon.com. Christopher Walken é o mestre indiscutível do monólogo cinematográfico: a história longa, discursiva e tortuosa, contada inteiramente através da performance, que freia um filme (no bom sentido) e abre um portal para outro filme ainda melhor na mente do espectador. Pulp Fiction é o exemplo óbvio, mas há muitos outros, desde Anne Hall para Viciados em Poolhalle Pegue-me se puder para O vício. A presença de Walken na tela magnetiza essas passagens: sua postura de dançarino, seu olhar fixo e, acima de tudo, seu estranho e hesitante padrão de fala. Um dos melhores monólogos de Walken, ao lado de Pulp Fictionvem de O conforto de estranhosum thriller psicológico desconcertante de 1991 dirigido por Paul Schrader e escrito pelo dramaturgo Harold Pinter (a partir de…



















































